quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Movimentos

18 de janeiro de 2017 - 10h53 

Marcha encerra primeiro dia de Fórum Social das Resistências 


Sul 21
 
 

As principais atividades do dia se iniciaram às 9h. No auditório da Fetag, o painel “Os desafios da classe trabalhadora diante da ofensiva neoliberal”, discutiu a reforma previdenciária proposta pelo governo Michel Temer (PMDB). Para uma das palestrantes da mesa, a doutora em economia e professora da UFRJ Denise Gentil, “esta reforma atende aos interesses de quatro grupos sociais: os bancos, os proprietários de títulos públicos, os burocratas e bancadas do Congresso”. Segundo ela, “a disponibilidade do governo federal no Banco Central do Brasil – Conta Única, em novembro de 2016, era próxima a R$ 1 trilhão líquidos”. “Vocês acham que este é um país que passa por crise fiscal? Este é um país riquíssimo”, provocou aos que acompanhavam a atividade.

Ao mesmo tempo, no Hotel Embaixador, no Centro, acontecia o debate “América Latina: que caminhos seguir?”, que contou com a participação de Oded Grajew e Chico Whitaker, idealizadores do primeiro Fórum Social Mundial, em 2001. Somaram-se a eles ativistas da Nicarágua, Venezuela, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. A roda de conversa, que se deu grande parte em portunhol, discutiu os rumos seguidos pela esquerda no continente e a necessidade de sair do Fórum das Resistências com um plano de trabalho para os próximos anos. A peruana Marisa Gave, foi enfática ao fazer uma crítica interna à esquerda: “fizemos tudo que podíamos? Eu acho que não. Nós nos consideramos anticapitalistas, mas não rompemos com ele”.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, (CTB), Adilson Araújo, também participou da marcha

O movimento negro foi representado por grupos como o Fórum Nacional de Saúde Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (Fonsanpotma). “Esses povos são um exemplo da resistência porque nós resistimos desde que botamos os pés neste país. Resistimos o tempo todo para manter a nossa identidade, a nossa memória, e hoje estamos resistindo contra todo esse retrocesso nos direitos humanos”, afirmou Bàbá Omi Luciano de Oxalá, coordenador da entidade.


Mais tarde, às 17h, iniciou-se concentração para a Marcha dos Povos em Resistência, no Largo Glênio Peres. Movimentos sindicais e sociais, assim como representantes de partidos políticos compareceram, representando diferentes causas. Entre os participantes, João Carlos Padilha, índio kaingang, reivindicava o reflorestamento e repudiava a indicação de Antônio Toninho Costa, pastor evangélico, para a presidência da Funai. Raul Pont, ex-prefeito e candidato nas últimas eleições para a Prefeitura da capital, citou a importância do fórum com o tema resistências, “visto que os movimentos não foram capazes de impedir que o governo golpista tomasse o poder e colocasse em prática essas medidas que afetarão negativamente o trabalhador” e terminou dizendo que “é hora de internacionalizar isso”.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, (CTB), Adilson Araújo, também participou da marcha e salientou a importância da resistência em tempos de retirada de direitos. 

“A CTB se soma a esse Fórum nesse momento em que as forças conservadoras advogam a tese do desmonte do Estado nacional com o objetivo de acabar com a previdência pública, sacramentando o negociado sobre o legislado, colocando fim a CLT. É imprescindível que a gente tome as ruas. As centrais sindicais são responsáveis por conduzir um papel de ultraresistência para dizer não à essa agenda neoliberal e regressiva. Vamos juntos nessa caminhada pela democracia e pelo restabelecimento do Estado Democrático de Direito”, defendeu Adílson.


A marcha iniciou às 18h30 e trancou uma via da Av. Borges de Medeiros em direção ao Largo Zumbi dos Palmares, na Cidade Baixa, onde estava previsto acontecer ato cultural. Na chegada à Av. Loureiro da Silva, no entanto, a marcha se deparou com a Feira Modelo, que acontece todas às terças no local. Segundo a organização do evento, os feirantes deveriam liberar o local às 19h para dar lugar à programação do fórum, o que acabou não acontecendo. Depois de cerca de uma hora na Rua José do Patrocínio, a marcha acabou por dispersar. As atividades continuam nesta terça-feira, confira a programação.

O Fórum Social das Resistências é um espaço que ocorre dentro dos marcos do Fórum Social Mundial e foi idealizado como um contraponto ao Fórum Econômico Mundial, que também começou nesta terça-feira (17) em Davos, na Suíça. “Aqui em Porto Alegre, no início de 2017, vamos começar a demarcar a nossa contrariedade sobre tudo o que está acontecendo. O Fórum é uma oportunidade de as organizações se fortalecerem, se encontrarem, fazerem combinações e aprofundarem os laços de solidariedade na ação de resistência”, afirmou Claudir Nespolo, presidente da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS).



Com Sul 21 e Agência Brasil 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Batedora!

Reflexões de uma batedora de panela, seis meses depois. Por Paulo Nogueira



Postado em 17 Jan 2017
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Vânia olhou para a sua panela tramontina roxa ali guardada no fundo do armário da cozinha.
Foi um olhar em que havia ao mesmo tempo melancolia e frustração.
Não era uma panela qualquer. Era aquela que Vânia usara nos protestos contra Dilma. Escolhera-a por ser leve e barulhenta. Perfeita, portanto, para a ocasião.
A panela remetia a Dilma. Vânia, naqueles dias de panelaço, abominava Dilma.
Dilma era um obstáculo para o Brasil, para os brasileiros. Quando gritava “Fora Dilma”, Vânia tinha certeza de que bradava pelo progresso nacional.
Vânia era gerente de uma loja da Riachuelo. O dono da cadeia dissera à imprensa que, Dilma saindo, as coisas logo se ajeitariam na economia nacional. Questão de dias.
Era o que todo mundo dizia, aliás. Vânia lia a Veja toda semana. Não perdia um Jornal Nacional. Deixava horas e horas a GloboNews ligada na tevê de sua casa. No trânsito, a rádio de seu carro oscilava entre CBN e Jovem Pan.
Considerava-se, modéstia à parte, uma mulher muito bem informada.
Todo mundo que ela admirava na imprensa concordava em que Dilma tinha que cair.
Vânia pegou a tramontina roxa nas mãos e como que voltou no tempo. Sentia que estava fazendo história ao participar dos panelaços. Com a panela nas mãos, naquelas noites, era tomada de uma euforia quase sexual.
Tinha que dar certo — e deu. Dilma enfim caiu.
Todos os problemas agora estavam resolvidos.
Ou não?
Ali, na sua cozinha, tramontina na mão, naquele momento de rememoração e reflexão, já se tinham passado mais de seis meses desde a queda de Dilma.
Mas e o paraíso prometido, onde fora parar?
Vânia batera a panela contra a corrupção, mas Temer e a turma que tomara o poder não significavam exatamente um choque de ética política.
Na economia, as coisas não podiam estar piores. Vários colegas de Vânia de gerência na Riachuelo tinham sido demitidos nos últimos dias. Cada vez que o chefe a chamava ela tinha um tremor. Achava que chegara a sua hora de ser despedida.
Naquele dia do reencontro com a tramontina roxa, Vânia pensou também em Dilma.
Será que ela era mesmo aquele monstro que pintaram?
Vira algumas entrevistas com ela depois do impeachment. Chamou sua atenção a forma como ela, Dilma, se referia aos pobres. Era uma simpatia que parecia ser genuína, e que como que tinha o poder de contagiar.
“Um país tão rico com tantos pobres não pode dar certo”, Vânia se pegou um dia refletindo. Isso nunca aconterera antes.
Vânia passara a ver Dilma de outra forma.
Teria sido vítima de uma trama de homens corruptos e muito ricos, como ela dizia?
Talvez sim, talvez não, pensou Vânia, panela na mão.
De repente, num impulso irresistível, atirou a tramontina contra a parede.
E lhe ocorreu que caso encontrasse Dilma na rua lhe daria um abraço.
Não um abraço de desculpa, mas um gesto de solidariedade de mulher para mulher. “Acho que me usaram para te pegar”, talvez dissesse.
A história acima é uma mistura de ficção leve e realidade brutal.
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Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Perseguição a professores, a odisseia

Cultura

Folia de Reis é declarada patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais

Manifestação cultural e festiva católica marca o aniversário da visita dos três reis magos ao recém-nascido Jesus Cristo

Agência Brasil, 
Os foliões passam de casa em casa em coro e são recebidos em cada uma delas com comes e bebes típicos e outras oferendas / Renato Araujo/Arquivo/Agência Brasil
O Conselho Estadual de Patrimônio de Minas Gerais aprovou, na última sexta-feira (6), o reconhecimento da Folia de Reis como patrimônio cultural imaterial do estado. A manifestação cultural e festiva, celebrada anualmente por católicos, ocorre geralmente no dia 6 de janeiro. Esta data, na tradição cristã, marca o aniversário da visita dos três reis magos ao recém-nascido Jesus Cristo.
Belchior, Gaspar e Baltazar, convertidos em santos pela Igreja Católica, teriam saído do Oriente se guiando por uma estrela e levavam três presentes: ouro, incenso e mirra. Para os devotos, a data da chegada dos reis magos ao destino final é quando se encerram os festejos natalinos, que começam quatro domingos antes do 25 de dezembro, dia atribuído ao nascimento de Jesus Cristo.
Dessa forma, no dia 6 de janeiro são desarmados os presépios, as árvores e os demais enfeites.
Desfiles
É também nesta data que os católicos de algumas regiões do Brasil se mobilizam na Folia de Reis, chamada ainda de Reisado ou Festa de Santo Reis, entre outros nomes. Os participantes dessa manifestação cultural e festiva entoam diversas canções e rezas em homenagem aos três viajantes santificados. Os foliões passam de casa em casa em coro e são recebidos em cada uma delas com comes e bebes típicos e outras oferendas.
Em cada local, há também particularidades, como encenações dos reis magos, desfiles, danças, repertórios, instrumentos utilizados e roupas. Minas Gerais é um dos estados onde a Folia de Reis mais se faz presente, resguardando uma tradição de aproximadamente 300 anos.
Um inventário do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) realizado em 2016 cadastrou 1.255 grupos de foliões, distribuídos em 326 municípios mineiros.
Origem
Este inventário, que teve origem há pouco mais de um ano, ofereceu as bases para o reconhecimento dos festejos como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais.
"Foi um levantamento amplo com o objetivo de entender a origem dessa tradição no estado e também as transformações que ela sofreu, investigando como acontecia no passado e como acontece nos dias atuais. O estudo se baseou nas narrativas dos próprios participantes", informou Michele Arroyo, presidente do Iepha-MG.
O estudo cadastrou também manifestações que ocorrem em outras datas e que prestam outras homenagens, como as folias de São Sebastião e da Virgem Maria. Muitos grupos, porém, ainda não foram mapeados. A estimativa do Iepha-MG é que existam cerca de 4 mil deles em Minas Gerais.
Políticas públicas
Uma das vantagens de serem considerados patrimônio cultural imaterial é a possibilidade de obterem benefícios de políticas públicas. "É uma tradição da cultura popular extremamente representativa e esse reconhecimento permitirá aprofundar um trabalho de parceria entre o governo estadual e os grupos, construindo assim uma política da salvaguarda das folias de reis", disse Michele Arroyo.
Ela explicou que o trajeto das folias de reis costuma levar em conta os locais e as casas onde foram montados presépios. Esta ano, o Iepha-MG incentivou a instalação de presépios em edifício públicos em Belo Horizonte e em algumas cidades do interior. Com o reconhecimento, este estímulo deve aumentar nos próximos anos. O órgão pretende criar um calendário de presépios e folias, de modo a aumentar a visibilidade e a divulgação.
O título de patrimônio cultural imaterial poderá facilitar ainda o apoio do estado para que os grupos comprem instrumentos musicais e confeccionem as roupas. O Iepha-MG também pretende criar espaços de formação para fomentar a integração das novas gerações, por exemplo, através de oficinas de canto e de instrumentos musicais.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Festa de Santo Reis

Dia 6 de janeiro de 2017 (próxima sexta-feira).

 GRUPO CULTURA FOLIA DE REIS
Nova Brasilândia D' Oeste- RO


CONVITE


O GRUPO CULTURA FOLIA DE REIS tem a honra de convidar toda a população a participar da tradicional Festa dos Três Reis Magos, com início itinerante no dia 7 de dezembro de 2016, passando pelas linhas: 114 norte, 114 sul, linha 21 norte e em seguida setor cidade com término no dia 06 de janeiro 2017, na Comunidade São José, com a chegada da Bandeira do Divino prevista a partir das 10 h 00 min.


Participe, você é nosso convidado especial!












segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Relatório final do Selo Unicef- Nova Brasilândia D' Oeste- RO


                 RELATÓRIO DE RESULTADO FINAL

                                                             Selo UNICEF Município Aprovado                                          
Edição 2013-2016

RESULTADOS GERAIS
Município: Nova Brasilândia D'Oeste
UF: RO
Grupo do Selo: 4
Realizou o I Fórum: SIM
Realizou o II Fórum: SIM

Em quantos indicadores e objetivos o seu município pontuou:

NO EIXO DE IMPACTO SOCIAL
INDICADORES
I.1
I.2.
I.3.
I.4.
I.5.
I.6.
I.7.
I.8.
I.9.
I.10.
I.11.
I.12.
I.13.
Direitos

D.1.
D.2.
D.3.
D.4.
D.5.
Indicadores que pontuaram:

X
X
X

X

X
X
X
X



Seu município PONTUOU no Eixo de Impacto Social

Para ser aprovado em IMPACTO SOCIAL, era necessário pontuar em 5 indicadores de 3 objetivos diferentes.
O seu município pontuou em 8 indicador(es) de 4 objetivo(s) diferente(s).

NO EIXO DE GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Critérios
A01
A02
A03
A04
A05
A06
A07
A08
A09
Objetivos
O.1.
O.2.
O.3.
Ações que pontuaram:










Critérios
A10
A11
A12
A13
A14
A15
A16
A17
A18
A19
Objetivos
O.4.
O.5.
O.6.
Ações que pontuaram:








X


Seu município NÃO PONTUOU no Eixo de Gestão de Políticas

Para ser aprovado no Eixo de Gestão de Políticas públicas, era necessário pontuar em 10 ações estratégicas de 3 direitos diferentes.

O seu município pontuou em 1 Ações Estratégicas de 0 direito(s) diferente(s)






NO EIXO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Critérios
Mudança climática
Diversidade étnico-racial
Esporte e cidadania
Semana do bebê
Combate ao Aedes
TEMAS
T.1.
T.2.
T.3.
T.4.
T.5.
Temas que pontuaram:


X
X
X
                                  

Seu município PONTUOU no Eixo de Participação Social

Para ser aprovado no Eixo de Participação Social, era necessário pontuar em 2 temas de Participação Social e realizar os 2 Fóruns Comunitários obrigatórios.

Seu município pontuou em 3 temas de Participação Social.


A sua participação foi muito importante para promover os direitos de cada criança e adolescente. INFELIZMENTE o seu município não conquistou o Selo dessa vez, mas contamos com o seu município na próxima edição.


DETALHAMENTO DO Eixo de Impacto Social
Objetivo
Indicador
Dado ano inicial
Dado ano final
Média do Grupo (Ano Final)
Igual ou melhor que a média do grupo (Ano Final)      
Evolução
Entre os 15% que mais avançaram
Pontuou no indicador
1

I.1.Taxa de Mortalidade Infantil, por 1.000 nascidos vivos – MS/SIM
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
13,7
15,7
Indicador para informação
I.2. % de mulheres grávidas com 7 ou mais atendimentos de pré-natal – MS/SINASC
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
52,2
64,2
60,8
SIM
12,0
Melhorou
NÃO
SIM
I.3. % de óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos) investigados – MS/SIM
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
75,0
100,0
84,1
SIM
25,0
Melhorou
NÃO
SIM
I.4. % de óbitos infantis investigados – MS/SIM
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
25,0
100,0
80,2
SIM
75,0
Melhorou
SIM
SIM
I.5. Cobertura Vacinal Pentavalente (Tetra+Penta) – MS/PNI
Ano inicial: 2012 - Ano final: 2015
23,0
95,3
98,5
SIM
72,4
Melhorou
NÃO
NÃO
2
I.6. Taxa de abandono no Ensino Fundamental da rede municipal – MEC/INEP
Ano inicial: 2012 - Ano final: 2015
1,1
0,5
1,5
SIM
-0,6
Melhorou
NÃO
SIM
I.7. Distorção idade-série nos anos finais (6° a 9° ano) do Ensino Fundamental diurno da rede municipal – MEC/INEP
Ano inicial: 2012 - Ano final: 2015
40,4
35,2
31,4
SIM
-5,2
Melhorou
NÃO
NÃO
I.8. % de crianças beneficiados pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) que estão na escola – MDS/MEC
Indicador cancelado, pois foram identificadas inconsistências do banco de dados (municípios pontuam automaticamente nesse indicador)
SIM
I.9. Percentual de escolas da rede pública municipal que atingiram ou ultrapassaram a meta do IDEB, anos iniciais – MEC/INEP
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2015
100,0
100,0
90,2
SIM
0,0
Melhorou
SIM
SIM



RESULTADOS no Eixo de Impacto Social (Continuação)
Objetivo
Indicador
Dado ano inicial
Dado ano final
Média do Grupo (Ano Final)
Igual ou melhor que a média do grupo (Ano Final)      
Evolução
Entre os 15% que mais avançaram
Pontuou no indicador
3
I.10. Percentual de gestantes que fizeram o teste de HIV até o segundo trimestre de gestação – MS/ Sisprenatal
Indicador cancelado, pois os bancos de dados de 2014 e 2015 não puderam ser disponibilizados antes do final da edição (municípios pontuam automaticamente nesse indicador)
SIM
4
I.11. % de crianças de até 1 ano de idade com registro civil, do total de nascidos vivos – IBGE/Estatística do Registro Civil e MS/SINASC
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
89,8
96,5
97,1
SIM
6,7
Melhorou
SIM
SIM
I.12.Taxa de mortalidade entre crianças e adolescentes de 10 a 19 anos por causas externas, por 100.000 habitantes – MS/SIM
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
23,6
47,1
24,2
SIM
23,5
Piorou
NÃO
NÃO
5
I.13. % de nascidos vivos de mulheres de 10 a 19 anos – MS/SINASC
Ano inicial: 2011 - Ano final: 2014
24,2
23,2
21,6
SIM
-1,0
Melhorou
NÃO
NÃO